segunda-feira, 5 de maio de 2014

A FELICIDADE DO OUTRO



Perdi um companheiro há alguns meses atrás, perdi não pela dor da morte, mais por falta de afinidade ou alguma coisa do tipo, era um cara fiel, sabia que podia deixar qualquer serviço em suas mãos, que ele dava conta.

Certo dia ele sumiu, saiu não disse os motivos de não querer mais me ajudar. Confesso que fiquei chateado e achei de certa maneira um ato de covardia. Poderia ter chegado a mim e exposto as suas insatisfações e dizer que não queria mais trabalhar comigo, por esses e outros motivos o que no caso não ocorreu.

Fiquei por vários dias pensativo, tentando adivinhar os prováveis motivos, nunca perguntei a ele sobre tal assunto, também nunca ele se dirigiu a mim, sobre sua atitude.

Certo dia, o avistei, trabalhando em outro local percebi que estava feliz, oferecendo do seu melhor, foi nesse momento que compreendi a sua felicidade, de se sentir bem de estar no local que lhe satisfaça.

E foi neste mesmo momento que senti um alivio uma libertação interior em saber que ele está bem. Libertei-me das amarras das mágoas que tinha e com certeza devo ter libertado ele das suas angustias.    

Saudações a todos que se encontram em Paz.

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Fragmentos de Maio







“Fugimos não dos homens, que têm a mesma natureza que nós e, como nós, trazem, impresso em si, o Nome de Cristo; fugimos dos pecados que eles cometem”

São Serafim de Sarov