sexta-feira, 25 de abril de 2014

EM TEMPO DE COPA





O ano de 2013 e 2014 foi e será um dos anos mais polêmicos da Sociedade Brasileira, insatisfação com a política, insatisfação sobre a Copa do Mundo, mostrando que o brasileiro não está unânime com este evento. Nestes últimos tempos tenho lido o livro “Presságios e Travessias” do Sr. Valério Mesquita, são crônicas maravilhosas e gostaria de transcrever um texto que relaciona cultura com as vozes das ruas insatisfeitas com a copa. Segue o texto:

 “... O meu campeonato é outro. Não posso nele escalar Ricardo Teixeira. Jogo com Cascudo, Auta e Eloy, Tavares de Lyra, Severo e Alberto Maranhão. Da direita para a esquerda: monsenhor Expedito, Dom Nivaldo, Aluízio, Dinarte e Walfredo”...

MINHA SEMANA SANTA





Minha Semana Santa foi ótima, começou meio tempestuoso é verdade! Mais melhorou. Fomos a uma cidade do Estado do Rio Grande do Norte, para se divertir, colocar os papos em dia, enfim comungar.

Chegando a casa desse meu amigo, almoçamos por sinal um excelente almoço, no meio da tarde sem querer querendo entraram no assunto melindroso, “religião”, de um simples convite para vermos a Via Dolorosa de Cristo, esse convite tornou-se e tomou uma proporção sem precedentes.  

Gostaria de não comentar o desenrolar da confusão, mais fui molestado psicologicamente, questionaram o meu pastoreado, colocaram em xeque meu curso de teologia, fui insultado com palavras torpes, só não me colocaram na “Fogueira da Inquisição Protestante”, pelo simples motivo de não ser no período das festas juninas. 

Esse infeliz momento aconteceu por não concordar com o ponto de vista do meu opositor, aliás, falando francamente o debate não era comigo, só por causa de duas palavras rápidas que disse. Sinceramente? Não estava querendo estragar a minha tarde com meu bom e saboroso sorvete. O resto da tarde ficou um clima tenso. 

Mais fiquei a meditar quantas pessoas ainda devem existir neste mundo que não aprenderam a arte de dialogar e a respeitar o outro. Ninguém tem a obrigação de aceitar o pensar de alguém, mais se levantar a questão, tem a obrigação e dever de ouvir o oponente, expor a ideia e correr é ato de covardes que não sabem sentar e pensar com o outro. Gostaria de não continuar esse texto por questões pessoais e emocionais, mais gostaria de dizer: “Que um Mundo Melhor para o Diálogo e Possível”.

Saudações Cristãs