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UM ABRAÇO A TODOS.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
O IDIOTA E A MOEDA
Um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia. Um pobre coitado, de pouca inteligência,vivia de pequenos biscates e esmolas. Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: uma grande de 400 REIS e outra menor, de 2.000 REIS. Ele sempre escolhia a maio e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.
Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos. Eu sei, respondeu o tolo assim: - “ Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda”.
Pode-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa. A primeira: Quem parece idiota, nem sempre é. A segunda: quais eram os verdadeiros idiotas da história? A terceira: Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda! Mas a conclusão mais interessante é: A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito.
Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim quem realmente somos. Qual é a moral????? “O maior prazer de um homem inteligente é bancar o idiota diante de um idiota que banca o inteligente”.
Autor Desconhecido.
CAUSALIDADES DA COPA DE 2002
Gostaria de comentar sobre a Copa de 2002, na qual o número sete predominou. Os jogadores da seleção brasileira que têm o nome começando com a letra “R” eram sete. São eles: Ronaldo, Ronaldinho Gaúcho, Rivaldo, Roberto Carlos, Ricardinho, Roque Jr, Rogério Ceni.
As coincidências do sete não param por aí. Na final Brasil x Alemanha, a soma das letras dos dois nomes é igual a 14, que dividido por dois é sete. Era a sétima final da seleção alemã e brasileira. A final foi realizada no sétimo jogo da copa de 2002 (de cada seleção). Antes do Brasil ser campeão pentacampeão, tinha quatro títulos mundiais, que somados aos três da Alemanha dão sete. E para finalizar as coincidências, o Brasil Pentacampeão com mais dois gols que fez na final contra Alemanha, atingem o numero sete mais uma vez.
AUTOR: OZIEL DIONISIO DE MIRANDA
Extraído da Revista Catástrofes e Profecias; Edição Especial Mistérios, Ano 1 – N° 5
As coincidências do sete não param por aí. Na final Brasil x Alemanha, a soma das letras dos dois nomes é igual a 14, que dividido por dois é sete. Era a sétima final da seleção alemã e brasileira. A final foi realizada no sétimo jogo da copa de 2002 (de cada seleção). Antes do Brasil ser campeão pentacampeão, tinha quatro títulos mundiais, que somados aos três da Alemanha dão sete. E para finalizar as coincidências, o Brasil Pentacampeão com mais dois gols que fez na final contra Alemanha, atingem o numero sete mais uma vez.
AUTOR: OZIEL DIONISIO DE MIRANDA
Extraído da Revista Catástrofes e Profecias; Edição Especial Mistérios, Ano 1 – N° 5
DESPERTAR É PRECISO
Na primeira noite eles aproximam-se
e colhem uma Flor
do nosso jardim
e não dizemos nada.
Na segunda noite, Já não se escondem;
pisam as flores,
matam o nosso cão,
e não dizemos nada.
Até que um dia,
o mais frágil deles
entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a lua e,
conhecendo o nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E porque não dissemos nada, Já não podemos dizer nada.
Vlademir Maiakóvski (1893 - 1930)
e colhem uma Flor
do nosso jardim
e não dizemos nada.
Na segunda noite, Já não se escondem;
pisam as flores,
matam o nosso cão,
e não dizemos nada.
Até que um dia,
o mais frágil deles
entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a lua e,
conhecendo o nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E porque não dissemos nada, Já não podemos dizer nada.
Vlademir Maiakóvski (1893 - 1930)
Sarmo 23 dos Minero
Sarmo 23 dos Minero
O sinhô é meu pastô e nada há de me fartá
Ele me faiz caminhá pelos verde capinzá
Ele tamém me leva pros córgos d'água carma
Inda que eu tenha qui andá
nos buraco assombrado
lá pelas encruzinhada do capeta
não careço tê medo di nada
a-mode-quê Ele é mais forte que o “coisa-ruim”
Ele sempre nos aprepara uma boa bóia
na frente di tudo quanto é maracutaia
E é assim que um dia
quando a gente tivé mais-pra-lá-do-qui-pra-cá
nóis vai morá no rancho do sinhô
pra inté nunca mais se acabá...
AMÉIM!
Autor: desconhecido
O sinhô é meu pastô e nada há de me fartá
Ele me faiz caminhá pelos verde capinzá
Ele tamém me leva pros córgos d'água carma
Inda que eu tenha qui andá
nos buraco assombrado
lá pelas encruzinhada do capeta
não careço tê medo di nada
a-mode-quê Ele é mais forte que o “coisa-ruim”
Ele sempre nos aprepara uma boa bóia
na frente di tudo quanto é maracutaia
E é assim que um dia
quando a gente tivé mais-pra-lá-do-qui-pra-cá
nóis vai morá no rancho do sinhô
pra inté nunca mais se acabá...
AMÉIM!
Autor: desconhecido
Todos Estão Surdos
Roberto Carlos
Composição: Roberto Carlos / Erasmo Carlos
Desde o começo do mundo
Que o homem sonha com a paz
Ela está dentro dele mesmo
Ele tem a paz e não sabe
É só fechar os olhos e olhar pra dentro de si mesmo
Tanta gente se esqueceu
Que a verdade não mudou
Quando a paz foi ensinada
Pouca gente escutou
Meu Amigo volte logo
Venha ensinar meu povo
O amor é importante
Vem dizer tudo de novo
Outro dia, um cabeludo falou:
"Não importam os motivos da guerra
A paz ainda é mais importante que eles."
Esta frase vive nos cabelos encaracolados
Das cucas maravilhosas
Mas se perdeu no labirinto
Dos pensamentos poluídos pela falta de amor.
Muita gente não ouviu porque não quis ouvir
Eles estão surdos!
Tanta gente se esqueceu
Que o amor só traz o bem
Que a covardia é surda
E só ouve o que convém
Mas meu Amigo volte logo
Vem olhar pelo meu povo
O amor é importante
Vem dizer tudo de novo
Um dia o ar se encheu de amor
E em todo o seu esplendor as vozes cantaram.
Seu canto ecoou pelos campos
Subiu as montanhas e chegou ao universo
E uma estrela brilhou mostrando o caminho
“Glória a Deus nas alturas
E paz na Terra aos homens de boa vontade”
Tanta gente se afastou
Do caminho que é de luz
Pouca gente se lembrou
Da mensagem que há na cruz
Meu Amigo volte logo
Venha ensinar meu povo
Que o amor é importante
Vem dizer tudo de novo
Composição: Roberto Carlos / Erasmo Carlos
Desde o começo do mundo
Que o homem sonha com a paz
Ela está dentro dele mesmo
Ele tem a paz e não sabe
É só fechar os olhos e olhar pra dentro de si mesmo
Tanta gente se esqueceu
Que a verdade não mudou
Quando a paz foi ensinada
Pouca gente escutou
Meu Amigo volte logo
Venha ensinar meu povo
O amor é importante
Vem dizer tudo de novo
Outro dia, um cabeludo falou:
"Não importam os motivos da guerra
A paz ainda é mais importante que eles."
Esta frase vive nos cabelos encaracolados
Das cucas maravilhosas
Mas se perdeu no labirinto
Dos pensamentos poluídos pela falta de amor.
Muita gente não ouviu porque não quis ouvir
Eles estão surdos!
Tanta gente se esqueceu
Que o amor só traz o bem
Que a covardia é surda
E só ouve o que convém
Mas meu Amigo volte logo
Vem olhar pelo meu povo
O amor é importante
Vem dizer tudo de novo
Um dia o ar se encheu de amor
E em todo o seu esplendor as vozes cantaram.
Seu canto ecoou pelos campos
Subiu as montanhas e chegou ao universo
E uma estrela brilhou mostrando o caminho
“Glória a Deus nas alturas
E paz na Terra aos homens de boa vontade”
Tanta gente se afastou
Do caminho que é de luz
Pouca gente se lembrou
Da mensagem que há na cruz
Meu Amigo volte logo
Venha ensinar meu povo
Que o amor é importante
Vem dizer tudo de novo
ALIENADOS
A televisão brasileira manipula sem pudor os corações e mentes dos telespectadores. Aliás, nada mais justo que o nome “espectador”. Somos arrastados a tal ponto pela mídia que ficamos sem consciência, sem vontade própria. Comemos, falamos e usamos conforme o que é jogado na tela. O poder de influência é tão grande sobre nós que nossas crianças sonham em serem os heróis dos programas infantis. E nós, que nos dizemos adultos “conscientizados”, tratamos nossos artistas como semideuses, esquecendo que eles são humanos. O poder de influência é tão grande que o que é certo, torna-se errado e o que é errado torna-se certo.
Somos fantoches diante de tudo isso. Simplesmente somos contados como cabeças de gado, para saber que estação tem maior audiência.
Existe uma facilidade enorme para sermos ludibriados pelo que vemos, mesmo sabendo que não é verdade. A influência de quem está no outro lado da tela é tão grande que qualquer ser inteligente de outro planeta saberia como conquistar a Terra.
Que possamos acordar para a consciência, para o domínio próprio, antes que entremos em coma profundo.
Extraído do Jornal Guarani, Março/2000
Texto de Oziel Dionísio de Miranda
Somos fantoches diante de tudo isso. Simplesmente somos contados como cabeças de gado, para saber que estação tem maior audiência.
Existe uma facilidade enorme para sermos ludibriados pelo que vemos, mesmo sabendo que não é verdade. A influência de quem está no outro lado da tela é tão grande que qualquer ser inteligente de outro planeta saberia como conquistar a Terra.
Que possamos acordar para a consciência, para o domínio próprio, antes que entremos em coma profundo.
Extraído do Jornal Guarani, Março/2000
Texto de Oziel Dionísio de Miranda
HISTÓRIA DAS ESTRELAS DO MAR
Duas pessoas caminhavam na praia e conversavam. Uma delas muito concentrada na conversa e a outra parecia distraída, pois a cada estrela do mar que encontrava se baixava para apanhá-la e a jogava ao mar. Intrigado com a atitude desta, aquela que tanto estava concentrada na conversa falou: “você acha mesmo que vai resolver o problema das estrelas do mar”. Ela respondeu: “não”, e baixou-se outra vez, e tomou a estrela que estava próxima e jogo-a ao mar e continuou: “Mas para esta fiz a diferença”.
Autor desconhecido.
O APEGO AOS BENS MATERIAIS
O Senhor e artífice do Universo diz: “Tive fome e não me deste de comer” (Mt 25.42). Qual coração, mesmo que fosse duro como pedra, não se comoveria com estas palavras?
O Senhor passa fome, e você se entrega à gula, desprezando-o tranquilamente. E é bem pouco que lhe pede: um pedaço de pão para saciar a fome. Ele está aí, tiritando de frio, e você se veste de seda. Nem volta os olhos para ele nem lhe demonstra compaixão. Sem piedade, você se afasta. Que perdão pode merecer tal conduta?
Que a nossa meta, pois, não seja acumular, a qualquer custo, mais riquezas do que qualquer outro.pensemos também na maneira melhor de administrá-las para poder ajudar os necessitados. Não exageremos no apego aos bens materiais, que são passiveis de mudança. Eis aí porque o Senhor nos ocultou nosso último dia: para nos manter despertos e vigilantes e, assim, nos incitar ao fervor da virtude: “Vigiai, portanto, porque não sabeis nem o dia nem a hora...” (Mt 25.13).
João Crisóstomo ( c. 354-407 ), in Homilia 50 sobre o Gênesis.
O Senhor passa fome, e você se entrega à gula, desprezando-o tranquilamente. E é bem pouco que lhe pede: um pedaço de pão para saciar a fome. Ele está aí, tiritando de frio, e você se veste de seda. Nem volta os olhos para ele nem lhe demonstra compaixão. Sem piedade, você se afasta. Que perdão pode merecer tal conduta?
Que a nossa meta, pois, não seja acumular, a qualquer custo, mais riquezas do que qualquer outro.pensemos também na maneira melhor de administrá-las para poder ajudar os necessitados. Não exageremos no apego aos bens materiais, que são passiveis de mudança. Eis aí porque o Senhor nos ocultou nosso último dia: para nos manter despertos e vigilantes e, assim, nos incitar ao fervor da virtude: “Vigiai, portanto, porque não sabeis nem o dia nem a hora...” (Mt 25.13).
João Crisóstomo ( c. 354-407 ), in Homilia 50 sobre o Gênesis.
Aos Ouvidos Dos Sensíveis De Coração
Os bosques são belos, sombrios e fundos
Mas a promessas as aguarda
E muitas milhas já andara antes de poder dormir
Nosso olhar é submarino, nossos olhos proclamam a luz
Que se fatura das águas inquietas que vem do alto
Onde eu me penso, lá eu não estou
Estou onde eu não de penso
Em busca de horizontes perdidos dentro de mim
Onde eu estou, lá eu não me penso
Me penso onde não estou
Em busca de horizontes perdidos dentro de mim
Escuto ventos do futuro
Com seu secreto bater de asas
Que trazem boas novas
Aos ouvidos dos sensíveis de coração
Um dia aqui, neste lugar,
Tudo será transformado
Onde o amor e a paz habitaram
Em eterna interação, perfeição
Onde o Rei, o Filho do Homem
Aquele que é e sempre será
Eternidade, Bondade e Salvação
Aos ouvidos dos sensíveis de coração
Compositor(es): Joaquim César, José César e Júlio César
CATEDRAL
Mas a promessas as aguarda
E muitas milhas já andara antes de poder dormir
Nosso olhar é submarino, nossos olhos proclamam a luz
Que se fatura das águas inquietas que vem do alto
Onde eu me penso, lá eu não estou
Estou onde eu não de penso
Em busca de horizontes perdidos dentro de mim
Onde eu estou, lá eu não me penso
Me penso onde não estou
Em busca de horizontes perdidos dentro de mim
Escuto ventos do futuro
Com seu secreto bater de asas
Que trazem boas novas
Aos ouvidos dos sensíveis de coração
Um dia aqui, neste lugar,
Tudo será transformado
Onde o amor e a paz habitaram
Em eterna interação, perfeição
Onde o Rei, o Filho do Homem
Aquele que é e sempre será
Eternidade, Bondade e Salvação
Aos ouvidos dos sensíveis de coração
Compositor(es): Joaquim César, José César e Júlio César
CATEDRAL
VIDA DOS CRISTÃOS
Os cristãos, de fato, não se distinguem dos outros homens, nem por sua terra, nem por sua língua ou costumes. Com efeito, não moram em cidades próprias, nem falam língua estranha, nem têm algum modo especial de viver. Sua doutrina não foi inventada por eles, graças ao talento e a especulação de homens curiosos, nem professam, como outros, algum ensinamento humano.
Pelo contrário, vivendo em casa gregas e bárbaras, conforme a sorte de cada um, e adaptando-se aos costumes do lugar quanto à roupa, ao alimento e ao resto, testemunham um modo de vida admirável e, sem dúvida, paradoxal. Vivem na sua pátria, mas como forasteiros; participam de tudo como cristãos e suportam tudo como estrangeiros. Toda pátria estrangeira é pátria deles, a cada pátria é estrangeira.
Casam-se como todos e geram filhos, mas não abandonam os recém-nascidos. Põe a mesa em comum, mas não o leito;
Estão na carne, mas não vivem segundo a carne; moram na terra, mas têm sua cidadania no céu; obedecem as leis estabelecidas, as com sua vida ultrapassam as leis;
Amam a todos e são perseguidos por todos; são desconhecidos e, apesar disso, condenados; são mortos e, deste modo, lhes é dada a vida;
São pobres e enriquecem a muitos; carecem de tudo e tem abundância de tudo; são desprezados e, no desprezo, tornam-se glorificados; são amaldiçoados e, depois, proclamados justos; são injuriados, e bendizem; são maltratados, e honram; fazem o bem, e são punidos como malfeitores; são condenados, e se alegram como se recebessem a vida. Pelos judeus são combatidos como estrangeiros, pelos gregos são perseguidos, a aqueles que os odeiam não saberiam dizer o motivo do ódio.
Epístola a Diogneto: Obra de Autor desconhecido, escrita por volta do ano 100, a Epístola a Diogneto é um breve documentário da antiguidade Cristã. Escrito a um pagão.
Tradução: Luiz Fernando Karps Pasquotto
SOB O SOL
Sagrado Coração da Terra
Sobre as nossas cabeças um sol
Sobre as nossas cabeças a luz
Sobre as nossas mãos a criação
Sobretudo o que mais for o coração
Luz da fé que guia os fiéis
Pelo deserto sem água e sem pão
Faz de pedras um rio brotar
Faz do céu chover forte o maná
Quebra o vaso de barro do teu coração
Com o melhor vinho do teu amor
Pois quer a lei que ele se perca no chão
E floresça o deserto aos seus pés
Regando as areias, nebriando o regato e as luzes do
Éden das flores
Na terra dos homens
No circo dos anjos
Guardiões implacáveis do céu
Dançamos a dança da vida
No palco do tempo teatro de Deus
Árvores, sândalos, sonhos
Os frutos da mente são meus e são teus
Nossos segredos guardados
enfim revelados nús sob o sol
Segredos de Deus tão guardados
enfim revelados nus sob o sol
Sobre as nossas cabeças um sol
Sobre as nossas cabeças a luz
Sobre as nossas mãos a criação
Sobretudo o que mais for o coração
Luz da fé que guia os fiéis
Pelo deserto sem água e sem pão
Faz de pedras um rio brotar
Faz do céu chover forte o maná
Quebra o vaso de barro do teu coração
Com o melhor vinho do teu amor
Pois quer a lei que ele se perca no chão
E floresça o deserto aos seus pés
Regando as areias, nebriando o regato e as luzes do
Éden das flores
Na terra dos homens
No circo dos anjos
Guardiões implacáveis do céu
Dançamos a dança da vida
No palco do tempo teatro de Deus
Árvores, sândalos, sonhos
Os frutos da mente são meus e são teus
Nossos segredos guardados
enfim revelados nús sob o sol
Segredos de Deus tão guardados
enfim revelados nus sob o sol
SOU CRISTÃO
Certo dia uma pessoa me chamou de Cristão, sinceramente fiquei constrangido, como se alguém tivesse me insultado. Comecei a refletir como estamos dependentes de um rotulo denominacional, nos sentimos orgulhosos quando dizemos que participamos de uma denominação x ou y, do que se chamado de Cristão.
Outro dia estava com um amigo conversando e outro conhecido meu, perguntou ao que estava comigo que denominação ele participava, e ele respondeu de uma maneira interessante “sou cristão da denominação W”. Essa tendência de divisão não é de hoje, vemos isso lá na Igreja de Corinto, onde Paulo teve que combater esse tipo de comportamento, naquela época já existia quatro grupos os de Paulo, os de Apolo, os de Pedro e os de Cristo (I Co 1.11-13).
O que acontece e que estamos perdendo a identidade de ser Cristão, O próprio Jesus nos disse: “Portanto, qualquer que me confessar diante dos homens, eu o confessarei diante de meu Pai, que está nos céus. Mas qualquer que me negar diante dos homens, eu o negarei também diante de meu Pai, que está nos céus”. Se quisermos ser reconhecidos por Jesus naquele dia, temos que nos manter firmes em qualquer situação, independente do letreiro dos nossos templos. Temos que da mais ênfase e dizer que somos de Cristo, como em Antioquia onde os discípulos foram à primeira vez chamados de Cristãos.
Vale ressaltar que não estou fazendo uma apologia ao ecumenismo, à junção de todas as denominações que com certeza é impossível de acontecer, mais que possamos resgatar o prazer em dizer que somos Cristãos.
AUTOR: OZIEL DIONISIO DE MIRANDA
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