segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Sarmo 23 dos Minero

Sarmo 23 dos Minero


O sinhô é meu pastô e nada há de me fartá


Ele me faiz caminhá pelos verde capinzá


Ele tamém me leva pros córgos d'água carma


Inda que eu tenha qui andá


nos buraco assombrado


lá pelas encruzinhada do capeta


não careço tê medo di nada


a-mode-quê Ele é mais forte que o “coisa-ruim”


Ele sempre nos aprepara uma boa bóia


na frente di tudo quanto é maracutaia


E é assim que um dia


quando a gente tivé mais-pra-lá-do-qui-pra-cá


nóis vai morá no rancho do sinhô


pra inté nunca mais se acabá...


AMÉIM!


Autor: desconhecido