segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Aos Ouvidos Dos Sensíveis De Coração

Os bosques são belos, sombrios e fundos
Mas a promessas as aguarda
E muitas milhas já andara antes de poder dormir
Nosso olhar é submarino, nossos olhos proclamam a luz
Que se fatura das águas inquietas que vem do alto


Onde eu me penso, lá eu não estou
Estou onde eu não de penso
Em busca de horizontes perdidos dentro de mim
Onde eu estou, lá eu não me penso
Me penso onde não estou
Em busca de horizontes perdidos dentro de mim


Escuto ventos do futuro
Com seu secreto bater de asas
Que trazem boas novas
Aos ouvidos dos sensíveis de coração
Um dia aqui, neste lugar,
Tudo será transformado


Onde o amor e a paz habitaram
Em eterna interação, perfeição


Onde o Rei, o Filho do Homem
Aquele que é e sempre será


Eternidade, Bondade e Salvação
Aos ouvidos dos sensíveis de coração


Compositor(es): Joaquim César, José César e Júlio César


CATEDRAL